domingo, 28 de dezembro de 2008

Conversa interna

Qndo as palavras são mais afiadas que uma lâmina, fazem doer mais que uma queimadura e entristecem mais que uma despedida.
Um humor imprevisível, um estado de grosserias sem motivos. Um estado não, talvez mais. Talvez seja inerente ao ser essas grosseirias e tenha ele apenas estados de gentileza, amabilidade.
Convivêcia incômoda consigo mesmo, duelo que se trava todos os dias, do acordar ao adormecer e mtas vezes até nos sonhos.
Querer ser diferente do que se é, não por falta de aceitação, mas por acreditar que se pode melhorar sempre, se não relaxar, se não deixar a rotina acomodar.
Esse ser estranho, mas consciente, sou EU!

Um comentário:

erikaramo disse...

Essa minha amiga eh quase uma poeta!! ai, ai...