Você não precisa de uma razão. Basta sentir a falta da pessoa. E, estando juntos, tratarem-se bem.Difícil exemplificar o que é tratar bem. Se são amigos mesmo, não precisam nem falar, podem caminhar lado a lado em silêncio. Não é preciso trocar elogios constantes, podem até pegar no pé um do outro, delicadamente. Não é preciso manifestações constantes de carinho, podem dizer verdades duras, às vezes elas são necessárias. Mas há sempre algo sublime no ar entre dois amigos de verdade. Talvez respeito seja a palavra. Afeto, certamente. Cumplicidade? Mais do que cumplicidade. Sintonia?Acho que é amor.
(Autor desconhecido)
sexta-feira, 30 de julho de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
C.
É engraçado como a gente pode se apaixonar por alguém que nunca viu antes. Uma pessoa totalmente desconhecida, que vc nem sabe o nome ao menos. Mas aquela pessoa te olha diferente, e tenta chamar sua atenção de alguma maneira que só vc percebe. De repente, mal se dá conta, vc já está sentada ali ao lado, sem conseguir falar uma palavra por conta do nervosismo que lhe consome. A face começa a ganhar uma coloração avermelhada e a ponta das orelhas fervem. O suor começa a lavar seu corpo, mesmo num frio de 14 graus.
Ocorre uma troca de olhares, porque as palavras não chegam até a boca, e o embaraço dessa situação não ajuda.
Alguém precisa iniciar a conversa. As primeiras palavras não passam de trivialidades.
Pensar rápido, não cometer erros, porque no fundo vc quer impressionar. Isso pouco importa, mas é uma boa impressão a que vc pretende deixar nesse primeiro contato.
Rapidamente a conversa começa a fluir e vc só torce para que esse rubor diminua, que não se perceba o tão desconcertada vc se encontra. As idéias começam a brotar na cabeça, tanto quanto o suor que escorre pelo corpo. Mil perguntas a fazer, mas a boca ainda não responde aos comandos e a conversa se torna um monólogo interessante. Talvez um quizz, só perguntas e vc responde, embaraçosamente.
Por mais desconcertante que seja essa situação, é como um caminho que se abre a sua frente, cheio de coisas novas a explorar. Resta só fazer com que a boca responda ao cérebro e esperar mais um momento como esse, torcer para que surja um diálogo e, enfim, o que não passa de suposição se concretizar.
Dublin, 13 de julho de 2010.
Ocorre uma troca de olhares, porque as palavras não chegam até a boca, e o embaraço dessa situação não ajuda.
Alguém precisa iniciar a conversa. As primeiras palavras não passam de trivialidades.
Pensar rápido, não cometer erros, porque no fundo vc quer impressionar. Isso pouco importa, mas é uma boa impressão a que vc pretende deixar nesse primeiro contato.
Rapidamente a conversa começa a fluir e vc só torce para que esse rubor diminua, que não se perceba o tão desconcertada vc se encontra. As idéias começam a brotar na cabeça, tanto quanto o suor que escorre pelo corpo. Mil perguntas a fazer, mas a boca ainda não responde aos comandos e a conversa se torna um monólogo interessante. Talvez um quizz, só perguntas e vc responde, embaraçosamente.
Por mais desconcertante que seja essa situação, é como um caminho que se abre a sua frente, cheio de coisas novas a explorar. Resta só fazer com que a boca responda ao cérebro e esperar mais um momento como esse, torcer para que surja um diálogo e, enfim, o que não passa de suposição se concretizar.
Dublin, 13 de julho de 2010.
Escotland, July 21th, 2010.
O mundo não é tão grande quanto a gente pensa que é.
Os sonhos não precisam ser impossíveis.
Desejos podem se tornar realidade com apenas um pouco de coragem.
A vida é bem mais curta do que a gente imagina.
O amor pode sim ser eterno.
Você pode sempre ser melhor do que já é.
E pode também fazer algo para melhorar o mundo,
Para melhorar a vida das pessoas ao seu redor.
E quem duvida de qualquer dessas coisas é porque não me conhece.
Os sonhos não precisam ser impossíveis.
Desejos podem se tornar realidade com apenas um pouco de coragem.
A vida é bem mais curta do que a gente imagina.
O amor pode sim ser eterno.
Você pode sempre ser melhor do que já é.
E pode também fazer algo para melhorar o mundo,
Para melhorar a vida das pessoas ao seu redor.
E quem duvida de qualquer dessas coisas é porque não me conhece.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
De partida
Eu não preciso de suas lágrimas na hora da minha partida;
Eu não quero ouvir sobre seus sentimentos depois de tanto tempo de ausência;
Não quero saber do seu carinho, do seu respeito nem das suas saudades.
Preciso sim da sua presença no meu dia-a-dia,
nesses últimos dias.
Preciso do seu calor, do seu abraço, que me complete com sua companhia.
Quero mesmo é seus olhos olhando nos meus, me dizendo o que não mais preciso ouvir.
Não arrumei ainda as malas, mas está perto o dia da partida.
Não quero levar o que não importa:
as desavenças, o orgulho, o rancor, todas as coisas mal resolvidas.
Quero levar as boas lembranças e a presença real no peso da saudade de quem amo.
E pretendo deixar o meu cheiro, o meu riso, o meu jeito estranho de ver o mundo
E de me relacionar com as pessoas.
Quero deixar aquela boa saudade de tomar uma cerveja gelada
Num dia qualquer, sem ter nem pra quê.
Pra falar de bobagem ou coisas sérias, tanto faz.
Porque o que sempre importou foi o momento único de estar com quem me importo
Com quem eu amo!
Eu não quero ouvir sobre seus sentimentos depois de tanto tempo de ausência;
Não quero saber do seu carinho, do seu respeito nem das suas saudades.
Preciso sim da sua presença no meu dia-a-dia,
nesses últimos dias.
Preciso do seu calor, do seu abraço, que me complete com sua companhia.
Quero mesmo é seus olhos olhando nos meus, me dizendo o que não mais preciso ouvir.
Não arrumei ainda as malas, mas está perto o dia da partida.
Não quero levar o que não importa:
as desavenças, o orgulho, o rancor, todas as coisas mal resolvidas.
Quero levar as boas lembranças e a presença real no peso da saudade de quem amo.
E pretendo deixar o meu cheiro, o meu riso, o meu jeito estranho de ver o mundo
E de me relacionar com as pessoas.
Quero deixar aquela boa saudade de tomar uma cerveja gelada
Num dia qualquer, sem ter nem pra quê.
Pra falar de bobagem ou coisas sérias, tanto faz.
Porque o que sempre importou foi o momento único de estar com quem me importo
Com quem eu amo!
quinta-feira, 20 de maio de 2010
ID
No início era apenas ANA.
Também já foi Noca, Nita, Nana.
Tão pequena e desengonçada,
Mas sempre esteve rodeada de amigos, família,
das pessoas que lhe amavam.
Foi crescendo e ganhando outros contornos.
Parecia até que as pernas cresciam mais que o corpo.
Ficou grande, ficou forte, ficou larga.
Ocupava mais espaço do que gostaria.
Com toda sua timidez, quase passava despercebida.
Com o tempo, começou a assumir responsabilidades.
E a querer preencher de histórias
O espaço que seu corpo ocupava no mundo.
Cresceu ainda mais, e apareceu!
Se tornou AMÉLIA! Sim, a mulher de verdade!
E assim passou a descobrir o mundo
E descobrir também sua capacidade.
Fez novos amigos, agregou pessoas.
Descobriu o amor e nunca mais foi a mesma.
Nem ANA, nem AMÉLIA, nem mesmo ANA AMÉLIA.
Tentou Amelie, mas também não funcionou.
Sem identidade, descobriu que é cidadã do mundo.
E resolveu se dar asas, voar por aí,
por sobre os mares, campos e montanhas.
Quer sentir a neve!
Se vai voltar? Não sei.
Com mesmo nome? Provável que não.
Mas sempre haverá um pouco de ANA,
de AMÉLIA, de Amelie, em seu coração.
Também já foi Noca, Nita, Nana.
Tão pequena e desengonçada,
Mas sempre esteve rodeada de amigos, família,
das pessoas que lhe amavam.
Foi crescendo e ganhando outros contornos.
Parecia até que as pernas cresciam mais que o corpo.
Ficou grande, ficou forte, ficou larga.
Ocupava mais espaço do que gostaria.
Com toda sua timidez, quase passava despercebida.
Com o tempo, começou a assumir responsabilidades.
E a querer preencher de histórias
O espaço que seu corpo ocupava no mundo.
Cresceu ainda mais, e apareceu!
Se tornou AMÉLIA! Sim, a mulher de verdade!
E assim passou a descobrir o mundo
E descobrir também sua capacidade.
Fez novos amigos, agregou pessoas.
Descobriu o amor e nunca mais foi a mesma.
Nem ANA, nem AMÉLIA, nem mesmo ANA AMÉLIA.
Tentou Amelie, mas também não funcionou.
Sem identidade, descobriu que é cidadã do mundo.
E resolveu se dar asas, voar por aí,
por sobre os mares, campos e montanhas.
Quer sentir a neve!
Se vai voltar? Não sei.
Com mesmo nome? Provável que não.
Mas sempre haverá um pouco de ANA,
de AMÉLIA, de Amelie, em seu coração.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Eis o que tenho aprendido sobre romances...

"(...)Um romance é feito somente, e tão somente de duas pessoas.
Duas pessoas com passado, mas sem amarras.
Duas pessoas com paixão, mas sem escravizações.
Duas pessoas que se gostam, mas se respeitam.
Duas pessoas que se desejam, mas não se esgotam.
O romance está no coração que bate forte... E tranquilo.
O romance bom, mas bom de verdade mesmo... Não rouba a sua vida de você. Mas a pega emprestada e devolve, todos os dias, transformada... E melhor.
(Karina Cabral)
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Advérbios
Milagrosamente, ela voltou!
Maravilhosamente, ela voltou!
Surpreendentemente, ela voltou!
Subtamente, ela voltou!
Saudosamente, ela voltou!
Inesperadamente...
Ela voltou e me ligou,
E fez meu coração pulsar num ritmo diferente.
Salve o Carnaval!
Maravilhosamente, ela voltou!
Surpreendentemente, ela voltou!
Subtamente, ela voltou!
Saudosamente, ela voltou!
Inesperadamente...
Ela voltou e me ligou,
E fez meu coração pulsar num ritmo diferente.
Salve o Carnaval!
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